segunda-feira, 16 de março de 2009

MUSEU DE ARTE ATENEUM

The Ateneum Art Museum
Ateneumin Taidemuseo
http://www.ateneum.fi/en/

Kaivokatu 2, FI-00100 Helsinki
Operator: +358 (0)9 173 361
Info: +358 (0)9 1733 6401

Somente para se ter uma idéia
Valor do ingresso cobrado em março/2009
8 / 6.50 €
Free for visitors under 18.

Horários de funcionamento regulares
(consulte o site sobre exceções)
Terças e Sextas: 10–18 horas
Quartas e Quintas: 10–20 horas
Sábados e Domingos: 11–17 horas
Fechado às Segundas

Quando o Museu Ateneum foi colocado sob administração governamental, em 1990, suas coleções foram divididas entre os Ateneum Art Museum e o Museu de Arte Contemporânea. A coleção contemporânea inclui toda a arte finlandesa e internacional feitas a partir de 1960. Assim, o Museu Ateneum, que integra a Galeria Nacional da Finlândia, apresenta as coleções de arte finlandesa Gustavianas a partir do período de meados do século XVIII até os movimentos modernistas da década de 1950. Estas coleções estão expostas no segundo e terceiro pisos do Museu Ateneum.

Além da arte finlandesa, o Museu abriga também uma pequena coleção de arte internacional, com obras de qualidade, tais como mestres Vincent van Gogh, Paul Gauguin, Paul Cézanne, Fernand Léger e Marc Chagall.

As obras em exposição no museu são, obviamente, apenas uma fração de sua coleção, formada por um século e meio. Antes da sua administração estatal, o Museu de Arte Ateneum tinha uma coleção de cerca de 20.000 obras. A maioria deles são desenhos ou gravuras.

A coleção foi iniciada dois anos após a Sociedade de Arte Finlandesa ter sido estabelecida. A própria sociedade adquiriu algumas obras consideradas dignas da coleção, embora também aceite doações de uma ou mais obras. Uma parte das doações se dava por apoio financeiro. Juros a partir de fundos testamentários privados proporcionaram grande alívio para a sociedade que sobrevivia com um orçamento apertado.

A mais notável doação no virar do século XX foi feita pela Licenciatura de Medicina Herman Frithiof Antell, que não só doou toda a sua coleção, mas também os fundos para aquisições regulares. A coleção Antell inclui obras de Van Gogh, Gauguin, Cézanne e Munch, escolhas questionadas por seus contemporâneos que, para eles os finlandeses Gallen-Kallela, Edelfelt, Simberg pareciam opções muito seguras.

Nos anos 1950 e 60 assistiu-se a uma campanha para elevar o Museu Ateneum a um padrão europeu, e uma maneira de se conseguir isso foi com a aquisição de arte contemporânea internacional. O número de aquisições, no entanto, não era maior do que a do início do século. A ênfase estava ainda na arte finlandesa, tal como convém a uma galeria nacional. Durante a primeira metade do século XX, o museu recebeu várias doações importantes.

O Museu de Arte Ateneum adiciona obras de artes à sua coleção a cada ano. A primeira grande aquisição do museu sob administração governamental foi de um auto-retrato por Helene Schjerfbeck, adquirido com o apoio da Friends of Ateneum.

O Museu Ateneum apresenta extensas exposições de arte finlandesa, e os diferentes movimentos e fenômenos da arte. Outra tarefa é a de organizar permuta de exposições internacionais introduzindo a arte finlandesa em outros países. O programa de eventos especiais, produzidos pelo Museu Ateneum inclui visitas guiadas a exposições, concertos, filmes e vídeos.


FONTE: http://www.ateneum.fi/default.asp?docId=11942

MUSEU NACIONAL DA FINLÂNDIA

The National Museum of Finland
Kansallismuseo

http://www.nba.fi/en/nmf

Endereço:
Mannerheimintie 34, Helsinki
Tel. + 358 9 4050 9552.
Fax: +358 9 4050 9400
email: kansallismuseo@nba.fi
Ticket Office: Tel. +358 9 4050 9544, during museum opening hours

Horários de Funcionamento*:
Exceções, consultar o site do Museu
Terças e Quartas - 11 - 20 horas
Quintas e Domingos 11 - 18 horas
Fechado às Segundas

Somente para se ter uma idéia:
Valor cobrado por ingresso em março de 2009*
7,00 euros / 4,00 euros,
entry is free for those under 18 years old.
Free admission Tuesdays from 5.30 p.m. to 8 p.m.
Free admission with Helsinki Card.
1 euro off full admission fee with S Privilege Card.

* Consultar o site do Museu para informações atualizadas

terça-feira, 10 de março de 2009

FINLÂNDIA É NOTA DEZ EM EDUCAÇÃO

Muitas pessoas me perguntam qual o segredo dos brilhantes resultados auferidos pela educação na Finlândia e encontrei vários artigos que compilei abaixo e que explicam o eficiente sistema educacional finlandês o qual envolve a família no processo.

A Finlândia tem escolas que não cobram disciplina rígida, que não incentivam a competição. Os projetos pedagógicos são focados nas artes e na cultura geral; as salas de aula freqüentemente têm todo tipo de instrumentos musicais e as escolas primam pela arquitetura, com projetos e móveis premiados. Tudo isso sem que qualquer uma das 3.500 escolas cobre um centavo da população, hoje com 5 milhões de habitantes. Até os poucos estabelecimentos privados são gratuitos. Ninguém paga nada também para cursar universidade até o doutorado ou escolas técnicas.

A Finlândia consegue ter os alunos mais bem preparados do mundo com medidas simples e ênfase na formação dos professores:

1. Gasto público em educação: a Finlândia é um dos países que mais investem em educação em relação ao PIB (6,1%). No Brasil, são 3,9% do PIB. O fato de a Finlândia ser a nação com menor índice de corrupção do mundo faz com que o aproveitamento do dinheiro seja ainda maior.

2. A exigência com os professores é alta e a carreira, concorrida e muito valorizada por toda a sociedade. O vestibular para ser professor é um dos mais disputados do país. Apenas 10% dos candidatos são aprovados. Exceto na pré-escola, o mestrado é pré-requisito para lecionar.

Do ponto de vista funcional, há um grande investimento nos anos iniciais da educação: os melhores professores são normalmente direcionados para as primeiras séries, para garantir a boa formação já na educação básica dos alunos. O aprendizado e o desenvolvimento de habilidades para vencer desafios desde o início permitem aos alunos um melhor desempenho em sua vida escolar e, posteriormente, acadêmico. Um resultado mais homogêneo ao final da escolaridade dos alunos é um dos fatores fundamentais de sucesso nos exames internacionais.

A profissão de maior prestígio social é a do professor e não por razões financeiras, mas pela importância que a sociedade finlandesa dá à educação das suas crianças e jovens. Nesse país o sucesso financeiro é irrelevante. Normalmente são os melhores alunos do Ensino Médio que prestam exames para seguir esta carreira. Em tempo: o salário do professor finlandês é comparável ao de um professor de escola particular brasileiro.

3. Ênfase nos professores: o mestrado é pré-requisito para um professor ser contratado na Finlândia (100% dos professores têm). No Brasil, basta ter o diploma de nível superior, que se tornou obrigatório no ano passado (2% têm mestrado).

Na Finlândia, ninguém se forma sem antes fazer o básico: entrar numa sala de aula na função de professor. Não se trata de um estágio comum. Os universitários são acompanhados por espécies de tutores, professores experientes cujo papel é orientar os novatos do momento em que se sentam para planejar uma aula até quando corrigem a lição. Mais do que isso: aos tutores é designada a tarefa de avaliar o desempenho dos aspirantes a professor, corrigir eventuais falhas e ensinar tudo na prática – chance que os estudantes brasileiros raramente têm.

4. A mesma qualidade para todos. A discrepância no desempenho entre as escolas do país é a menor do mundo. O governo mantém um sistema sigiloso de avaliação das escolas (99% são públicas) e os diretores são informados sobre o desempenho delas.

Possui um interessante método de democratização de acesso a boas escolas: o governo considera que o crédito de educação é dos cidadãos e cabe a eles decidirem se será gasto em escolas públicas ou privadas, ou seja, o aluno escolhe a escola onde quer estudar e o governo municipal transfere para essa escola, pública ou privada, o valor correspondente ao crédito educativo desse aluno. Com isso, eles conseguem criar um clima de competição sadia entre as escolas, uma vez que cada escola precisa ter mais alunos para receber mais verba, que por sua vez irão escolher a escola de acordo com os seus valores e critérios pessoais. É uma forma de estimular a diversidade e de incentivar as instituições de ensino a se atualizarem e desenvolverem novos projetos educacionais.

5. Os piores alunos não são deixados para trás. Dois em cada dez estudantes recebem aulas de reforço. Por causa disso, os índices de repetência são baixíssimos.

O combate à repetência é realizado pela implantação de um sistema para atende r os estudantes com dificuldade de aprender, à parte das aulas. O reforço escolar é levado tão a sério que em cada escola há alguém designado para ministrar as tais aulas particulares. Esses professores não costumam se queixar. Ganham mais e têm boas condições de trabalho: são treinados durante um ano para a função e ainda contam com a ajuda de psicólogos para lidar com os casos mais difíceis. Não é pouca gente que freqüenta esse tipo de aula: cerca de 30% dos alunos. A decisão de investir aí se provou acertada – até do ponto de vista financeiro. Cada aluno que repete custa algo como 20.000 dólares a mais aos cofres públicos. Ao fazerem as contas, os especialistas concluíram que custa menos pagar pelo reforço escolar. Depois dele, a reprovação sempre despenca – algo que em países campeões em repetência como o Bras il é emergencial – e o ensino melhora.

6. Os ambientes de aprendizagem são especialmente criados para fazer da experiência escolar uma atividade mais agradável.

7. O aprendizado de outras línguas é um ponto forte. Em geral, os alunos possuem excelente domínio da língua inglesa, cujo ensino apresenta aspectos metodológicos e funcionais que garantem este sucesso na aprendizagem da segunda língua.

8. O uso da tecnologia e da arte em propostas pedagógicas são elementos fundamentais para a formação dos alunos. Além disso, as escolas finlandesas valorizam a diversidade cultural, o que também traz benefícios para a educação.


FONTES:
http://educarparacrescer.abril.com.br/indicadores/materias_296110.shtml
(artigo publicado por Thomaz Favaro em 19/08/2008)
http://blog.estadao.com.br/blog/renata/?title=mais_tristeza_no_pais_da_melhor_educacao&more=1&c=1&tb=1&pb=1&cat=646 (artigo publicado por Thomaz Favaro em 19/08/2008)
http://www.vila.com.br/reportagem7.asp
(artigo primeiro semestre de 2007) http://veja.abril.com.br/180608/p_128.shtml (artigo sem data - ed. de 2005)

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Finlândia é nota dez em educação

Como o país produziu o sistema mais eficiente do mundo

Carmen Morán
Enviada especial a Helsinque

Às 8 da manhã Marku Keijonen entra na escola. Ele tem 42 anos e é o diretor do colégio Porolahden Perus, em Helsinque. A primeira atividade do dia é ligar o computador. "Não é uma coisa superficial: ao abrir meu correio encontro as cartas dos pais de alunos, que tenho de responder." As famílias estão em contato permanente com o colégio, e é aos pais que o diretor tem de prestar contas de seu trabalho, em primeiro lugar.

Finlândia. Neste país de noites brancas e sombras eternas, conforme a estação (agora anoitece às 4 da tarde), as estatísticas sorriem. O Fórum Econômico Mundial diz que tem a economia mais competitiva do mundo; é o país da Europa dos 15 com maior difusão de periódicos por habitante (430 por mil); taxa de fecundidade notável, 1,7 filho por mulher (a média européia é 1,4). Mas talvez sejam os resultados escolares de seus estudantes o que causou mais alegrias nos últimos tempos. O relatório PISA 2003, que mede o rendimento educacional dos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), publicado há algumas semanas, novamente situa a Finlândia como país exemplar: é o primeiro colocado em matemática, em compreensão da escrita e em cultura científica (junto com o Japão).

Os professores não sabem muito bem o motivo desses dados. Investem-se 5,8% do PIB em educação, mas outros países também o fazem; seu clima adverso deixa as crianças em casa, em contato com os livros, mas na Islândia ou na Dinamarca também não faz calor; suas classes têm os níveis de imigração mais baixos da OCDE. Mas todas essas coisas não explicam por si sós o êxito repetido. Os professores, e a própria ministra da Educação, Tuula Haatainen, o atribuem em grande medida à sólida formação dos docentes e a um quadro educacional muito claro. "Temos um sistema uniforme, obrigatório e gratuito que garante a eqüidade e o acesso para todos; o corpo docente é altamente qualificado e as mães, incorporadas ao sistema de trabalho, são as primeiras a motivar seus filhos a estudar", resume a ministra.

O sistema educacional finlandês é público e gratuito desde a infância até o doutorado na universidade. Além disso, é obrigatório dos 7 aos 16 anos. Nessa etapa todos estudam a mesma coisa e o governo pretende que o façam no mesmo edifício, ou o mais perto possível, para garantir um acompanhamento continuado do aluno.

O Estado define 75% de disciplinas comuns e o resto é organizado pelo colégio, com a participação ativa de estudantes e famílias. Há ampla liberdade para projetar o dia-a-dia escolar, portanto não é fácil falar do sistema de maneira geral. Mas há alguns aspectos comuns. A formação dos professores é um deles. Todos têm de ter cinco anos de formação, um terço da qual será de conteúdo pedagógico. "Não basta saber matemática", dizem. E a maioria, como lembra a ministra, tem um ano a mais de estudos, um mestrado.

Os professores acreditam que o salário poderia ser um pouco maior que os cerca de 2.300 euros (R$ 8.300) brutos por mês; mas estão contentes com as 13 longas semanas de férias por ano (os espanhóis têm mais de 16). A jornada semanal é de 37 horas, mas nem todas são de ensino em classe. Quando perguntados, não duvidam: são professores por vocação e estão motivados. Talvez porque têm valorização social e prestígio entre seus compatriotas. "Em geral contamos com a confiança dos pais, embora isso esteja decaindo", diz Tuula Tapaninen, orientadora do colégio Porolahden Perus.

Do outro lado de Helsinque, a diretora do colégio Alppila, Aulikki Kalalahti, indica outro dado que explica a motivação dos professores: "Eles têm liberdade para trabalhar com os alunos e vêem que conseguem êxito com eles".

Relação fluida

Os professores trabalham lado a lado com as famílias, com as quais mantêm uma relação fluida. Em janeiro o colégio Alpilla organiza jornadas de apresentação, das quais participam os pais, para conhecer seu método de trabalho. Se gostarem poderão optar livremente por matricular seus filhos ali. Os pais podem escolher a escola, mas costumam preferir a mais próxima. O Alpilla mantém com a escola primária que lhe corresponde pela proximidade uma estreita sintonia, que favorece o acompanhamento dos alunos até o final da etapa obrigatória.

Cinqüenta por cento dos alunos que se matriculam dos 13 aos 16 anos vêm dessa escola, mas a outra metade procede de qualquer parte de Helsinque. O colégio ganhou fama em comunicação e expressão. É um exemplo de um fenômeno recente na educação local: a especialização de alguns colégios em música, matemática, esportes... Quando um aluno se destaca em alguma dessas disciplinas, os pais tentam matriculá-los nesses colégios, embora alguns imponham um teste para avaliar as habilidades do aspirante. Se houver lugar, está dentro.

A oferta e a demanda se distribuem por enquanto razoavelmente entre todos os colégios de Helsinque, embora a prefeitura tenha eliminado (salvo exceções) os vales-transporte para as crianças que se transferem por vontade própria para escolas distantes de suas casas.

Quando as famílias vierem conhecer o Alpilla, a diretora lhes explicará que receberam um prêmio por cumprir fielmente o programa: os professores se propuseram a trabalhar em equipe, bem coordenados, e o conseguiram. O governo lhes deu um cheque de 28 mil euros. Foram à Hungria nas férias e fizeram uma boa ceia de Natal no ano passado.

Quando as coisas pioram, os profissionais do colégio dão apoio acadêmico e social aos alunos. O número de estudantes por classe beira os 20, mas se houver problemas acadêmicos são separados em grupos de dez e colocados em dia. E se for preciso repetir o ano? "Será nos primeiros anos do primário, o quanto antes", diz a diretora.

Esse é o principal desafio salientado pelos professores: poder levar todos os alunos adiante, venham de onde vierem. Por isso, quando localizam um problema põem em ação seus muitos mecanismos de prevenção.

Se a coisa se complica, o governo (local ou nacional) contribui novamente com dinheiro. O colégio está encravado num bairro com problemas sociais e recebe mais verbas que outros. "No ano passado tivemos um problema e a prefeitura deu Helsinque nos concedeu 18 mil euros prontamente." Com essa verba a diretora contratou um professor avulso que ajudou os atrasados a fazer as lições, entre outras coisas.

Na Finlândia os centros escolares têm boas instalações e equipamentos, mas também se percebe certa austeridade. Uma simples cartolina com papéis pregados serve à diretora do Alpilla para deixar claros os propósitos educativos do curso. E eles são cumpridos.

Os alunos também respondem. Fazem seus deveres, que não são poucos, e não se queixam. Mas não são adolescentes de comportamento angelical. São como todos, e entre eles começa a surgir o desânimo, como salienta o diretor do centro Porolahden Perus. O álcool é uma das grandes preocupações nesse país. E o desemprego já atinge 9%. Por enquanto cerca de 60% dos alunos cursa a universidade, e os demais se matriculam em formação profissional. É difícil encontrar alguém que fique sem um diploma.

Os finlandeses têm um sistema educacional livre que roda com fluidez, bons professores, famílias que participam e dinheiro para enfrentar as dificuldades. E uma vontade férrea de cumprir o dever. Oitenta e cinco por cento dos finlandeses são luteranos (pouco praticantes). Poderia o espírito de Lutero ("Sempre pecador, sempre justo e sempre penitente") incutir esse tipo de responsabilidade pessoal no caráter de professores e alunos? "É possível", diz com seriedade o diretor do instituto Porolahden Perus. "É a responsabilidade de que é preciso cumprir. Mas isso tem seu lado ruim: os professores às vezes exigem tanto de si mesmos que chegam a adoecer."

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

FONTE: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2004/12/23/ult581u1175.jhtm (publicado em 23/12/2004)

segunda-feira, 9 de março de 2009

CASTELO/HOTEL DE NEVE NA FINLÂNDIA

O castelo de neve construído pela 14ª vez no Norte da Finlândia em Kemi, localizado na região da Lapônia, fica aberto de janeiro a abril, quando derrete por causa do aumento das temperaturas no país. Neste ano foram necessários 20 mil m² de neve para construir a estrutura, que ocupa uma área de 5 mil m² e levou um mês para ser concluído.

A construção é um magnífico exemplo da obra-prima dos arquitetos e construtores locais. Dentro das paredes altíssimas do castelo de neve, crianças e adultos podem compartilhar experiências inesquecíveis.





















O local recebe milhares de visitantes, atraídos por restaurantes, bares e um hotel e, ainda, pode ser cenário de um casamento inesquecível: foi construída no local uma capela, onde as cerimônias podem ser realizadas e o hotel conta com uma impressionante suíte nupcial.


















O vídeo a seguir está publicado pela UOL:



Outros vídeos reportagens sobre o Castelo de Neve:

Assista um vídeo em português sobre a atração e com imagens do castelo no site da BBC - Brasil:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/02/090211_neve_castelo.shtml

A Globo também veiculou sua reportagem com Toni Nogueira sobre o Castelo de neve e turismo em um navio quebra-gelo da Lapônia no programa do Faustão. Muito legal! Veja a reportagem em vídeo no endereço: http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/programa/2009/03/08/um-castelo-de-gelo-na-finlandia/

No site em português de Santa Klaus (Papai Noel que é originário da Finlândia) também há um vídeo sobre o Castelo de neve de 2007:
http://www.santatelevision.com/laponia_magica/en0442/en0442.htm

quinta-feira, 5 de março de 2009

APROVADA LEI DE RASTREAMENTO DE E-MAILS EM EMPRESAS NA FINLÂNDIA

O Parlamento finlandês aprovou hoje uma controversa lei que permite que empregadores rastreiem e-mails de seus funcionários. Os legisladores aprovaram a proposta governamental por 96 votos a 56. Quarenta e oito integrantes do Parlamento se abstiveram ou estavam ausentes. Não há informações de quando a nova lei vai entrar em vigor.

A lei, que precisa de aprovação do presidente, não permite que os empregadores leiam os e-mails de seus funcionários. Mas dá a eles o direito de rastrear as mensagens ao manter informações sobre os e-mails, como quem recebeu as mensagens, quem enviou e o horário no qual os e-mails foram enviados ou recebidos. Também permite aos empregadores verificar se as mensagens contêm arquivos anexos. Se os empregadores suspeitarem de crime, eles devem acionar a polícia para que seja feita uma investigação. Anteriormente, a lei não deixava claro se essas práticas eram ou não permitidas.

Organizações de empregadores deram grande apoio à lei, dizendo que ela irá ajudar a combater a espionagem industrial. Já os oponentes dizem que ela infringe a privacidade das pessoas. "Nós não podemos ser ingênuos e imaginar que espionagem corporativa não existe aqui na Finlândia", disse o primeiro-ministro Matti Vanhanen. "Nós precisamos encontrar meios de tornar isso o mais difícil possível."

Os meios de comunicação locais apelidaram a lei de "Lex Nokia", o nome em latim para "Lei Nokia", depois de informarem que a maior fabricante de telefones celulares do mundo teria ameaçado transferir seu centro de operações para fora da Finlândia se a lei não fosse aprovada. A Nokia negou veementemente as acusações.

O executivo-chefe da Nokia, Olli-Pekka Kallasvuo, disse, na semana passada, que a lei era "importante para a Nokia", mas negou ter pressionado os legisladores. "Não, nós certamente não somos culpados de ameaças, pressões ou qualquer coisa dessa natureza", disse Kallasvuo em entrevista ao canal de televisão finlandês YLE TV, em 25 de fevereiro. "Nós não estivemos ativamente envolvidos nesta questão."

A proposta do governo para a lei foi levada ao Parlamento numa tentativa de melhorar a legislação de 2004, considerada obscura tanto por oponentes quanto por aqueles que são favoráveis a ela. "O que estamos fazendo aqui é usar dez parágrafos para especificar o que os empregadores podem e o que eles não podem fazer", disse Kimmo Sasi, presidente do comitê constitucional parlamentar. "Dessa forma, torna as coisas mais claras tanto para empregadores como para empregados."

Notícias Yahoo - 04/03/2009

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/s/04032009/25/economia-correcao-lei-na-finlandia-permitira.html

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O PARLAMENTO FINLANDÊS - EDUSKUNTATALO

O atual prédio do Parlamento Finlandês está localizado no centro de Helsinki, na Rua Mannerheimintie. O projeto arquitetônico vencedor do concurso "Oratoribus" ("para os oradores" em latim), foi concebido pelo finlandês Johan Sigfrid Siren (1889-1961). O edifício, com arquitetura que combina o estilo neoclássico com o moderno, foi construído 1926-1931 e oficialmente inaugurado no dia 7 de março de 1931. Traz 14 colunatas na fachada e compreende cinco andares. Os 200 parlamentares se reúnem no grande hall do segundo pavimento. Sua escadaria é comumente usada para todo tipo de manifestação, de greve de professores a passeatas pelos direitos dos animais. Desde então, e sobretudo durante a Guerra do Inverno (Winter War) e a Guerra da Continuação (Continuation War), esta belíssima construção neoclássica tem sido palco de muitos momentos chave na vida política da nação.

O parlamento da Finlândia, Eduskunta em finlandês, é um parlamento unicameral, composto por 200 membros, e reúne-se na Casa do Parlamento, Eduskuntatalo em finlandês.

O Chefe de Estado é o Presidente da República, eleito por um período de seis anos, podendo ser reeleito por dois mandatos consecutivos. As eleições presidenciais são efetuadas através de voto direto e universal, com possibilidade de segundo turno, caso nenhum dos candidatos consiga obter uma maioria absoluta no primeiro turno. O Presidente é responsável pela política externa, representando o Estado Nacional.

O poder executivo finlandês consiste em um Governo, chefiado por um primeiro-ministro, que é escolhido pelo Parlamento composto de 200 membros. O Governo deve ter a confiança do Parlamento, cujos membros são eleitos por voto direto e universal, por um período de quatro anos num sistema proporcional. O Governo é composto, além do Primeiro-Ministro, por ministros distribuídos por vários cargos, e por um membro ex-ofício, o Chanceler de Justiça. A atual Presidente da República, Tarja Halonen, foi reeleita em Janeiro de 2006. A Presidente Halonen tornou-se a primeira mulher a ser eleita para este cargo em Fevereiro de 2000. O atual Governo, formado em Março de 2007, é liderado pelo Primeiro-Ministro, Matti Vanhanen.

O parlamento cria leis, decide o orçamento, aprova tratados internacionais e supervisiona as atividades do governo. Pode alterar a constituição, intervir nas decisões do conselho de estado e subrepujar os vetos presidenciais. Seus atos não estão sujeitos à revisão legal.

O parlamento finlandês foi estabelecido em 1916, subtituindo a dieta da Finlândia como órgão legislativo do Grão-ducado da Finlândia.


1ª reunião do Parlamento Finlandês em 1917


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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA KIASMA

Nykytaiteen Museo Kiasma
Museum of Contemporary Art Kiasma
http://www.kiasma.fi/index.php?id=11&L=1

Logo no primeiro quarteirão a partir do centro de Helsinki, ao longo da Rua Mannerheimintie, está o Museu de Arte Contemporânea Kiasma.

O prédio moderno estilo futurista de linhas arrojadas foi construído, entre 1993 e 1998, pelo Arquiteto norte-americano Steven Holl.

O nome Kiasma deriva de "quiasma", que corresponde a um cruzamento, especialmente a passagem de nervos óticos. E é nesse sentido que o Museu Kiasma se apresenta: a localização central do excepcional edifício, extensa rede de uma ampla variedade de parceiros, o status que detém com a exibição da coleção de Arte Contemporânea da Galeria Nacional finlandesa (fundada em 1990), pessoas, idéias e ideologias que ali se encontram e se misturam. Assim o Museu Kiasma, aliado a uma arquitetura única e bela, tem despertado interesse internacional.

O Museu de Arte Contemporânea Kiasma, que integra a Galeria Nacional da Finlândia, apresenta coleções de arte moderna, a partir dos anos 1960 e conta com espaços para instalações multimídia. É um animado centro cultural, lugar de encontro, prazer e experiência. O museu proporciona um inesquecível e fácil acesso para o vibrante mundo da arte contemporânea. Bem sucedido na sua missão, o Museu Kiasma é o mais popular na Finlândia com 200 000 visitantes anuais em média.

É possível conhecer o museu com calma e são oferecidos tours guiados e personalizados no qual o visitante determina em qual seção deseja gastar mais tempo.

Caso o visitante queira, no museu há uma loja que oferece calendários com obras de arte, cadernos diferenciados, camisetas, e outros souvenirs.

Embora a preços longe da realidade brasileira vale conhecer este importante espaço da arte contemporânea.

Contatos:
Kiasma Museu de Arte Contemporânea
Museum of Contemporary Art Kiasma
Mannerheiminaukio 2, FIN-00100
Helsinki, Finland

Info
& Theatre tickets +358 (0)9 1733 6501
Exchange
+358 (0)9 173 361
Fax
+358 (0)9 1733 6503

E-mail
info@kiasma.fi

Guided Tours, reservations: +358 (0)9 1733 6509
Kiasma Store +358 (0)9 1733 6505
Café Kiasma +358 (0)9 1733 6504

Friends of Kiasma +358 (0)9 1733 6595


Horários de funcionamento regulares*
(consulte o site sobre exceções)
Terça, Sexta 10 - 18 horas
Quarta, quinta 10 - 20
horas
Sábado, Domingo 11 - 17 horas
Fechado às Segundas-feiras

Somente para se ter uma idéia:
Valor do ingresso cobrado em março/2009*
7,00 /5,00
Under 18 year-olds free.
Free admission on the first Wednesday of the month at 5-8 pm

* Consultar o site do Museu para informações atualizadas

FONTE: http://www.kiasma.fi/index.php?id=11&L=1

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

ESTAÇÕES DO ANO NA FINLÂNDIA E EM HELSINKI

Diferentemente de grande parte do Brasil, as estações na Finlândia acontecem respeitando suas características próprias.

PRIMAVERA [KEVÄT]


Primavera (Março - Junho) - A Primavera é a estação do ano tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres. No hemisfério norte é chamada de Primavera Boreal. Inicia no equinócio de Março, em 20 de Março, e termina no solstício de Junho, em torno do dia 21 de Junho. No dia do equinócio, o dia e a noite têm a mesma duração (12 horas cada). A partir do início da primavera, cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando assim, o período de insolação durante o dia.


O início da Primavera é ainda época de neve. A neve derrete no Sul do país no princípio de Abril e mais ao centro em meados do mês, enquanto que no Norte isto acontece só no fim do mês de Abril. No norte da Lapônia é possível praticar esqui até às primeiras semanas de Maio. Nessa estação, o resto do país vive uma autêntica metamorfose quando a natureza começa a florescer no princípio de Maio. As grandes festas da Primavera são a Semana Santa e o 1º de Maio, que é tradicionalmente celebrado em especial pelos estudantes. No Norte da Finlândia, em meados de Maio começa a época do Sol da Meia-noite, que vai até final de Julho.

VERÃO [KESÄ]


- Verão (Junho – Setembro): O Verão Boreal como é chamado o verão do hemisfério norte, tem início com o solstício de Verão, que acontece cerca de 21 de junho e finda com o equinócio de Outono, por volta de 23 de Setembro. O primeiro dia do Verão marca o ápice de horas de luz diurna quando chega a ter 19 horas de duração em Helsinki e a partir de então há a diminuição diária e gradativa de horas solares até o primeiro dia de Inverno quando este processo se reverte. O Verão finlandês caracteriza-se por um clima suave (+20 a +25º C), por noites luminosas e pelo fenômeno do Sol da Meia Noite que acontece no Norte da Finlândia, região da Lapônia. Logicamente que com estas temperaturas não há neve no Verão da Finlândia. As chuvas são de curta duração e locais.

Julho é mês tradicional de férias dos finlandeses e as férias escolares vão do final de maio a meados de agosto ou início de setembro. O Verão é uma época muito animada e nessa altura celebram-se muitos acontecimentos, festivais e concertos, quase sempre ao ar livre e muitos abertos ao público. A paisagem é de muito verde em grande parte do país e os mais de 180.000 lagos oferecem um panorama especialmente belo aos que queiram viajar pela zona lacustre. Os mosquitos podem ser incomodativos sobretudo no norte do país (Lapônia), a partir de meados de Junho até finais de Julho, pelo que se recomenda consulta sobre a situação antes de viajar para estas zonas.

OUTONO [SYKSY]


Outono (Setembro – Dezembro): O Outuno é caracterizado por queda na temperatura. No hemisfério norte é chamado de Outono Boreal. Tem início em torno do dia 21 de Setembro e termina por volta de 21 de Dezembro. Em Setembro e Outubro, com sorte, pode assistir-se mais ao Norte da Finlândia (região da Lapônia), a um dos fenômenos mais belos da natureza, a Aurora Boreal, com melhor visibilidade à noite em torno das 23 horas.
 A partir do final de Setembro a paisagem começa a vestir-se de múltiplas cores e esta temporada, chamada “ruska”, adquire uma beleza especial na Lapônia. Nestes meses é possível apanhar cogumelos e os bagos deliciosos da floresta.

A partir de Setembro/Outubro os dias ficam mais chuvosos. De meados ao final do Outono encontra-se paisagens nubladas, chuvas quase diárias e dias cada vez mais curtos, chegando a quase 5 horas de duração no sul da Finlândia em seu último dia em torno de 20 de Dezembro.



Aqui você pode ver algumas das fotos que tirei em Helsinki no belo e colorido Outono de 2009

INVERNO [TALVI]



Inverno (Dezembro - Março): O Inverno do hemisfério norte é chamado de Inverno Boreal. Tem início com o solstício de Inverno, que ocorre por volta de 21 de Dezembro, e termina com o equinócio de Primavera, que acontece perto de 21 de Março. Janeiro, Fevereiro e Março costumam ser os meses mais frios do ano e, apesar de temperaturas muito baixas, a natureza nos contempla com uma bela paisagem em dias de sol. Em Helsinki no inverno a temperatura chega no seu auge em torno de -15 a -20 graus em média, podendo alguns dias chegar a bem mais frio.


A primeira neve cai na Lapônia em Outubro e no sul do país em Novembro ou Dezembro. A época de penumbra, chamada “Kaamos” na Lapônia, começa em meados de Novembro e dura até meados de Janeiro. As poucas horas de luz do final do Outono, no Inverno começam a aumentar gradativamente e diariamente. No Inverno o Sol é mais presente e a paisagem é especialmente linda pelo seu espetacular reflexo na neve durante o dia, e a neve fica num tom violáceo ao entardecer (veja fotos aqui tiradas em Suomenlinna ao entardecer).

Quando o Natal (a festa mais celebrada na Finlândia) se aproxima, usam-se tochas no exterior e velas no interior das casas para criar um ambiente especialmente acolhedor e caloroso. Dezembro é a temporada alta na Lapônia graças às visitas à casa de Papai Noel que fica nas proximidades da cidade de Rovaniemi e ao ambiente natalício em geral em todo o país. No Norte, nas noites frias do Inverno, com um pouco de sorte, pode assistir-se a um dos fenômenos mais belos da natureza, a Aurora Boreal em fevereiro e março. 

O Inverno de 2009/2010 em Helsinki foi muito atípico em virtude da grande quantidade de neve, muito embora a temperatura não tenha chegado aos seus dias invernosos mais frios. Aqui estão algumas fotos de Helsinki neste ano:
Helsinki - neve, dias nublados e mais neve
Helsinki - neve e sol
Helsinki/Seurasaari - A ilha nevada


MÉDIAS DE TEMPERATURA E DE HORAS DE LUZ / DIA

HELSINKI
(Sul da Finlândia)
JYVÄSKYLÄ
(Centro-Sul)

SODANKYLÄ
(Norte)

HORAS DE SOL/DIA NA FINLÂNDIA


20 de março a 21 de dezembro - os dias vão-se encurtando

22 de dezembro a 19 de março - os dias vão-se alongando

A partir do primeiro dia de Inverno, em torno de 21 de Dezembro, os dias começam a alongar-se gradativamente, chegando no seu ápice no final de Junho em torno do dia 22, período quente, quando o sol  nasce em Helsinki em torno das 3:54 horas e se põe às 22:48, fornecendo em torno de 18:54 horas de luz solar em um único dia. Já no Norte da Finlândia, região da Lapônia, o sol não se põe durante todo o mês de Junho, fica circulando pelo horizonte - é o chamado Sol da Meia Noite. Sabedoria da Natureza, isto só é possível porque o sol não faz um roteiro perpendicular (90°) levando-o a pino, como acontece em regiões próximas ao Equador.


Aliás, isso é uma coisa bem peculiar em Helsinki. Estou morando aqui desde o início de Agosto de 2009 e até o final do Inverno ainda não vi o sol passar mais do que 45 graus acima da linha do horizonte (o ápice seria 90 graus, para quem não sabe). No final do Outono e início do Inverno o Sol passa a apenas uns 15 graus acima da linha do horizonte em torno de meio dia.


Período frio na Finlândia

O período de outubro a março que compreende parte do Outono e o Inverno apresenta queda de temperatura, diminuição gradativa das horas de luz solar até Dezembro e seu aumento a partir de então. Do início do Verão ao fim do Outono, o sol nasce cada vez mais tarde e se põe cada vez mais cedo, chegando a nascer às 9:20 horas da manhã e se por às 15:12 horas da tarde em 21 de Dezembro em Helsinki. Em Sodänkylä, cidade que fica no centro da Lapônia, região Norte da Finlândia, o sol chega a nascer às 11:46 horas e se por 46 minutos depois, às 12:32 horas. No Norte da Lapônia, nessa época, o sol não chega a nascer, mas deixa uma pequena claridade típica do anoitecer.

As precipitações de neve na Finlândia variam de acordo com a região. No Norte é comum a precipitação de neve em uma boa parte dos dias do ano chegando a 240 dias com precipitação. No Sul acontece geralmente entre Dezembro e meados de abril, chegando a uma média de 90/120 dias nesse período, como mostra o mapa abaixo.


Período quente na Finlândia

O período quente na Finlândia compreende o final da primavera e todo verão.


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

FINLÂNDIA APOSTA EM FORTALEZA (CEARÁ-BRASIL) COMO OPÇÃO TURÍSTICA

O secretário de Turismo de Fortaleza, Henrique Sérgio Abreu, recebeu em seu gabinete, no dia 10/02/09, o Primeiro Secretário da Embaixada da Finlândia no Brasil, Ville Cantell. Ele veio acompanhado do Cônsul Honorário da Finlândia em Fortaleza, Ednilton Gomes de Soárez, em busca de informações que garantam apoio aos turistas finlandeses na capital cearense, em caso de necessidade. Segundo o secretário Henrique Sérgio, Cantell queria saber se Fortaleza está preparada para dar apoio em caso de acidentes ou algum outro tipo de contratempo.

A princípio, a preocupação do emissário era saber como os poderes públicos atuariam em caso de algum cataclismo, como, por exemplo, o tsunami ocorrido na Ásia, em 26 de dezembro de 2004. “Ele foi informado e tranqüilizado a respeito das condições privilegiadas do Brasil e, especificamente, do Nordeste brasileiro, livre de ameaças geológicas como maremotos, vulcões e terremotos”, afirmou o secretário.


O encontro, no entanto, foi uma oportunidade para que o agente da Defesa Civil, Roger Barreto Magalhães, que também estava na reunião, prestasse maiores esclarecimentos sobre a atuação daquele órgão. Magalhães falou sobre a qualificação de seu pessoal e sobre as simulações periódicas que são realizadas para o caso de outros tipos de ocorrências, mais prováveis, como enchentes, desabamentos, acidentes rodoviários e aéreos.

Ville Cantell explicou o porquê dessa preocupação. Há um crescente interesse dos finlandeses (assim como ocorre em outros países nórdicos) por esta parte do mundo, em detrimento da Ásia. Antes da tragédia de 2004, aquela região do planeta era bastante visitada pelos turistas daquele país. No tsunami de dezembro de 2004, cerca de 200 finlandeses pereceram e, por isso, o governo da Finlândia está estimulando o turismo em regiões mais seguras. Depois da reunião com o secretário Henrique Sérgio Abreu, a comitiva visitou outras instituições de outras esferas governamentais que têm responsabilidade de suporte e socorro.


FONTE: http://www.setfor.fortaleza.ce.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25
(notícia enviada ao blog p/A.Karenina)


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

HORÁRIO DE VERÃO NA FINLÂNDIA EM 2009

O horário de verão em 2009 na Finlândia, como em toda a Comunidade Européia, acontecerá no seguinte período:


- começa no dia 29 de março (último domingo do mês) - à zero horas de domingo avanço do relógio local em uma hora (UTC+ 3)


- termina dia 25 de outubro (último domingo de outubro) - à uma hora da madrugada de domingo retrocesso do relógio local em uma hora (UTC+2)










OBS.: O que é UTC
UTC - Tempo Universal Coordenado ou Universal Time, Coordinated, também conhecido como tempo civil, é o fuso horário de referência a partir do qual se calculam todas as outras zonas horárias do mundo. É o sucessor do Tempo Médio de Greenwich (Greenwich Mean Time), conhecido como GMT. A nova denominação foi cunhada para eliminar a inclusão de uma localização específica num padrão internacional, assim como para basear a medida do tempo nos padrões atômicos, mais do que nos celestes.

Ao contrário do GMT, o UTC não se define pelo sol ou as estrelas, mas é sim uma medida derivada do Tempo Atômico Internacional (TAI). Devido ao fato do tempo de rotação da Terra oscilar em relação ao tempo atômico, o UTC sincroniza-se com o dia e a noite de UT1, ao que se soma ou subtrai segundos de salto (leap seconds) quanto necessário. Os segundos de salto são definidos, por acordos internacionais, para o final de julho ou de dezembro como primeira opção e para os finais de março ou setembro como segunda opção. Até hoje somente julho e dezembro foram escolhidos como meses para ocorrer um segundo de salto. A entrada em circulação dos segundos de salto é determinada pelo Serviço Internacional de Rotação da Terra e Sistemas de Referência (IERS), com base nas suas medições da rotação da terra.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo_Universal_Coordenado

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HORA ATUAL NA FINLÂNDIA E EM OUTROS PAÍSES

O mapa abaixo apresenta a hora atual em Helsinki que vale para toda a Finlândia.
Para saber a hora atual em outros países, passe o mouse sobre o lugar desejado.



Obs.: O horário de verão na Finlândia neste ano de 2010, como em toda a Comunidade Européia, começa no dia 29 de março (último domingo do mês) e termina dia 31de outubro (último domingo de outubro)


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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

FOTOS - NEVE EM HELSINKI - FEV/2008

Início de fevereiro (2009) e os telhados dos prédios de Helsinki continuam sobrepostos de neve. Na imagem, ao lado, vê-se ao fundo as torres da Igreja St. John's.


Abaixo, várias imagens da belíssima Catedral Uspenski da Igreja Ortodoxa, erguida entre 1862 e 1868 em estilo bizantino russo, a qual remete ao período em que o país viveu sob domínio dos czares.



Fonte imagem:
http://www.ek.fi/kamera/palace45.jpg


A seguir imagens sequenciais do entardecer ao anoitecer, em 25/02/2009, da Catedral Uspenski da Igreja Ortodoxa vista por outro ângulo.


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Fotos de neve em Helsinki atualizadas podem ser vista no meu álbum do Facebook:
http://www.facebook.com/album.php?aid=2028933&id=1082750949&l=de8ab4eea2

Outras muitas fotos que venho tirando na Finlândia estão na coluna da esquerda do Blog com o título:
MINHAS FOTOS DA FINLÂNDIA (clique na 1a foto para ampliar)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

IMAGENS SERIADAS INVERNO/2009 - KAISANIEMEN PUISTO

O inverno no Parque Kaisaniemi visualizado nestas imagens de diferentes dias do período de inverno em Helsinki.


Parque Kaisaniemi em Helsinki
Dia 02/02/2009, às 16:25 horas, 0,0°C
O sol já posto como acontece nessa época do inverno de dias curtos,
mas com sua iluminação a irradiar claridade de um entardecer no inverno.


Parque Kaisaniemi em Helsinki
Dia 15/02/2009, às 15:09 horas, 0,0°C
o sol penetrando por entre as árvores do parque
refletindo na neve.

Parque Kaisaniemi em Helsinki
Dia 20/03/2009, às 15:09 horas, -0,1°C
Último dia do inverno

Parque Kaisaniemi em Helsinki
Dia 15/02/2009, às 15:09 horas, 3,9°C
Primeiro dia da primavera

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